No vídeo que mostra Mario Celso Petraglia gritando ofensas ao jogador Gabigol, vê-se o óbvio: um cartola exibindo o descontrole contra um jogador exibido. O óbvio está no fato de que não precisa muita coisa para Petraglia ir ao descontrole.

Foi, assim, com Tcheco em um jogo contra o Grêmio, é sempre assim contra árbitros, foi, assim, contra o presidente do Bahia e, em especial, é assim contra a própria torcida do Athletico.

Mas não se viu o essencial: passados 26 anos, cadastrando dados para que se escreva a história do maior realizador do futebol brasileiro, Petraglia continua o mesmo destemperado que reduz a sua própria grandeza de dirigente.

Petraglia é uma prova de que a medicina não resolve tudo.

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