Em Ponta Grossa, o Coritiba perdeu para o Operário, 1x0. Sem por e nem tirar, o jogo foi como todos os outros deste Estadual: sem nenhuma qualidade técnica, foi jogado no corpo e no tranco. Um jogo de fazenda teria mais brilho.

Na derrota, o torcedor sempre busca uma explicação para seu motivo. Imagino que os coxas estão atribuindo o uso da base reserva para preservar a titular para terça feira, contra o mesmo Operário, pela Copa do Brasil.

Veja a classificação do Paranaense!

Poderia até ser um argumento razoável se não fosse uma dúvida: há muito diferença entre a base reserva e a titular do Coritiba?

Em regra, em qualquer time, sempre há diferenças, concordo. Mas no caso, os coxas não podem ignorar que nos jogos em Arapongas a base titular foi sofrível. Lá, sobreviveu das defesas de Wilson. De qualquer forma, não se justifica que durante 96 minutos, o Coritiba de Morinigo tenha sido dominado pelo “Fantasma”, sem chutar uma única bola no gol.

O gol do Operário, na etapa final, foi de Schumacher, em falha do goleiro Artur. Aliás, os coxas que rezem para nada acontecer com Wilson. Procurei saber quem é esse Schumacher e me disseram que é aquele que o Athletico revelou no início desse século.

Participe da conversa!
0