Já estou sentindo pena do Paraná. O sentimento de pena, em regra tem o significado de solidariedade. Mas dependendo da forma como é manifestado, às vezes, pode ser confundido com desprezo. Não é o caso. Aqui, ao sentir pena, estou sendo solidário ao drama que vive o Paraná.

Impedido de treinar no Ninho da Gralha por ordem sanitária, poderia ter ido treinar em outra cidade.  Mas, sem o mínimo recurso financeiro, mandou os jogadores para casa. Há treinos virtuais, se é que no futebol isso possa ser considerado como coisa séria. Entendo que é enganar a si próprio.

O executivo Moisés Von Ahn, com uma cara de passarinho triste, quase implorou para que o Estadual seja paralisado. “Só o Paraná não tem condições para treinar”, disse ele.

E se não fosse o bastante, o seu presidente Molleta, que já é “tampão”, obrigou-se a pedir licença para tratar da saúde.

E se não bastasse, quem assume? Luiz Carlos Casagrande, o Casinha.  Bem pensado, esteja desgastando um sentimento que poderia ser melhor aproveitado.

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