O Coritiba, que não ganhou do CRB, no Couto, agora perdeu para o Operário, em Ponta Grossa. E daí?

Por enquanto, não trato esse momento como tendência de queda. É que a análise da Segundona obedece a um outro critério: sendo o título irrelevante para quem já foi campeão do Brasil, e até da Segundona, o importante é manter-se entre os quatro primeiros que irão jogar o Brasileirão.

O que é preciso investigar não são os pontos deixados de ganhar, mas, as razões pelas quais não foram ganhos. Dos concorrentes diretos (Guarani, Botafogo, Vasco e CRB) ou que tenham um certo grau de rivalidade regional (Operário e Londrina), o Coxa só ganhou do Guarani.

É aí que a questão se torna complexa, à medida que há pouca variação no equilíbrio entre aqueles que disputam a vaga.

A impressão (na Segundona, nada é certo, tudo é sugestivo) é a de que o Coxa se atrapalha contra aqueles que concorrem diretamente com ele. Não ganhar dos concorrentes, descompensa as vitórias que decorrem da obrigação contra simples participantes.

Qual o motivo desse atrapalho?

É isso que preciso ser investigado até o jogo contra o Náutico.   

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