Em Florianópolis, Avaí 2x1 Coritiba.

Em Belo Horizonte, o Coxa perdia por 2 a 0 para o Galo, quando Morínigo excluiu Clayton e Régis. Resultado: 2 a 2.

No Couto Pereira, perdia para o Fluminense por 2 a 0, Morínigo excluiu Clayton e Régis. Resultado: 3 a 2.

Em Florianópolis, perdia para o Avai por 2 a 1, Morínigo apostou em Clayton e Régis. Pela lógica criada pelos precedentes, a derrota passou para o campo do inevitável.

Mas não foi só culpa de Morínigo essa derrota, embora continue engessando o time com o jogo picado, marcado e apostando no acaso para marcar.

Até que o time tinha uma boa conduta. O gol de Igor Paixão, aos 6 minutos, foi seu reflexo. Ocorre que, por se tornar uma regra, a defesa que toma uma média de dois gols por jogo, voltou a falhar. Egídio fez o primeiro pênalti, que Bissoli converteu em gol.

Foi o sexto gol que a defesa, sob o comando de Henrique, sofreu nas três últimas partidas. Vulnerável, muito mais por erros individuais, desconstrói o que o time constrói no meio e na frente.

Gol, o Coritiba não deixa de fazer. O pênalti que o veterano zagueiro cometeu em Bissoli e que permitiu o antigo Muriqui a fazer 2 a 1, foi de um juvenil que, ainda, está à procura da noção de tempo e de espaço.

A derrota foi o justo castigo para os erros do técnico e da defesa.

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