O que estaria pensando o presidente Mario Celso Petraglia sobre o comando do futebol do Athletico? Se o conheço bem, afirmo a certeza de que ele não anda misturando as coisas: a boa campanha na Sul-Americana e na Copa do Brasil não obstante já ter rendido próximo de R$ 15 milhões, não absolve a campanha temerária do Brasileirão. Afinal, a cada derrota em sequência, o Furacão cai um lugar na tabela.

Não é razoável que Petraglia não faça uma única manifestação para dar uma satisfação à torcida do Athletico. É o presidente, é o CEO, é o presidente do CAP S/A, da Fundação, é o único que pode mandar e desmandar dentro do clube. Seria grave se Petraglia está em silêncio, por entender de que não está obrigado a dar satisfação.

Se conheço bem Petraglia, ele deve estar esperando esse jogo contra o Sport. Entendo que é um jogo para dividir o Jordão. É que um novo fracasso, que será qualquer resultado que não seja o de vitória, irá lhe obrigar a praticar ações. Deve ser assim, porque, do contrário, o silêncio vai se transformar em omissão. E, essa, no futebol, tem hora para ser suprida.

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