Como o leitor já percebeu, não escrevo sobre a formação da criação da liga do futebol brasileiro. Não se trata de omissão, mas de precaução. É difícil acreditar na transparência quando se usa a mesma cultura de desprezo e respeito à igualdade entre todos.

É a partir de uma igualdade que o privilégio conquistado, seja pelo tempo, seja por realizações presentes, deve prevalecer. O que não pode é começar com as diferenças que criaram um monopólio que se transformou na causa de desequilíbrio técnico no futebol brasileiro.

Todos, indistintamente, discutem qual é a Liga de referência: a Inglesa ou a Espanhola? A dúvida é sobre a divisão do dinheiro. A dúvida deveria ser sobre qual é a que serve de referência de ética e respeito às regras estatutárias.   

Nenhum clube se preocupou com isso.  

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