Antes de deixar o Paraná caindo para a Série C, o seu ex-presidente e interventor, Leonardo Oliveira, reuniu o mundo tricolor para anunciar: a Vila Capanema estava salva por ato da presidência da República.

Não era verdade.

Para ter o beneficio da Lei 9.636/1998, o Paraná teria que tomar as seguintes providências:

a) apresentar um projeto para praça esportiva;
b) pagar a União o valor de R$ 6.361.000,00 à título do uso da Vila Capanema desde a data de 1º de outubro de 1971;
c) pagar o valor mensal de R$ 210.132,00 pelo uso do estádio.

Esses fatos estão no ofício nº 319588/2021, da Secretaria Especial de Desestatização, do Ministério da Economia. O clube não adotou nenhuma dessas providências. A consequência da omissão tricolor pode levar à reintegração de posse pela União da Vila Capanema.

A informação é de que a nova diretoria, ao invés de investir na Vila Capanema, irá reformar o Estádio da Vila Olímpica.

Com a palavra, o presidente Rubão.

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