No Couto Pereira, Coritiba 0 x 1 CSA

Depois de alcançar o objetivo imediato que era voltar ao Brasileirão, o Coritiba queria conquistar o título da Segundona. Afinal, ser campeão, independente do torneio ou campeonato, quebra a monotonia presente da história. Em especial, quando a história anda parada.

Bem por isso, uma multidão de coxas foi ao Couto Pereira. Mas, o Coritiba não apareceu para jogar contra o CSA. Se apareceu, ninguém viu. A impressão é que queria afirmar o fato que o seu limite técnico e físico já se esgotara.

E se o time coxa não tinha nada para perder, a sua torcida tinha e, por isso, lotou o Couto Pereira. Seu jogo melancólico foi um desrespeito.

Dominado pelo CSA de Mozart, perdeu de 1 x 0 sem ter nenhum atributo para reagir. O gol da vitória do CSA, de Wellington, aos 22’ da etapa final, resultou na última imagem: a despedida de um time cujo limite era mesmo a Segundona.

Rafinha foi o resumo do Coxa no Couto. Parecia em dia de despedida.

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