A coluna de Mauro Cezar Pereira - “Eliminação do Palmeiras é derrota de ala da mídia que maquia a realidade” -, me remete para os 7 a 1, quando, bem resumido, escrevi: não só o futebol brasileiro precisa se reciclar, mas, a própria imprensa. E, na ocasião, indiquei o nome de Mauro Cezar como o exemplo a ser seguido.

Pode até não se aceitar a opinião de Mauro Cezar, mas, ninguém pode dizer que ela foi produzida a partir de um fato aleatório, conveniente ou de submissão. A sua independência face aos dirigentes, profissionais e associações é fato raro dentro de um segmento que se submete a interesses específicos.

O fracasso monumental do Palmeiras foi um fracasso da mídia conivente com o estado de pobreza técnica do futebol brasileiro. Imediatamente ao fracasso do Palmeiras, na Globo, o ex-jogador/comentarista e/ou amigo de todos, Caio Ribeiro, disse que foi coisa do futebol e que o clube vem uma bela campanha.

E já não é nem conveniência da Globo, mas, do seu “comentarista, ex-jogador e/amigo de todos”.

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