Como reforços, o Coritiba contratou o atacante Juninho, que, aos 24 anos, fez apenas dez gols; o meia uruguaio Jesús Trindade, que não joga desde maio; o atacante paraguaio Hernán Perez, que aos 33 anos de idade, não joga desde novembro de 2021; e o goleiro Gabriel Vasconcelos, que, desde a chegada, está impedido de estrear.

Se em um mercado regular qualquer contratação é de risco, imagine nesse mercado de opções gratuitas e especulativas (direitos de vinculo esportivo) ao qual o Coritiba está sendo obrigado a recorrer. Em razão dos elementos históricos de cada jogador, os reforços são mais para ter opções do que soluções.

De todos, é certo que Hernán Perez, em pouco tempo, vai ganhar um lugar no ataque. É uma “cobra criada” que fez carreira na Espanha. Como o Coritiba, à essa altura da vida, sempre está a procura de um recomeço. Quando os interesses se conciliam, é grande a chance de dar certo.

O “Glorioso” fez contas e entende que nesse sábado tem que ganhar do Goiás, em Goiânia. Talvez, seja melhor primeiro jogar e depois fazer contas. Ganhando a sua primeira partida fora, os números ficam mais confortáveis e logo podem ser transformados em um faz-de-conta.

Participe da conversa!
0