No Couto, Brasileirão, Coritiba 2x2 Juventude.

No futebol as vaias não são premeditadas. São manifestação sincera, reação expontânea, crítica justa como um desagrado, uma censura ao time de coração.

Os coxas sairam vaiados do Couto Pereira. Justas as vaias.

Vencer o Juventude era imperativo, obrigatório. Qualquer fato contrário seria um fracasso. O fato de ter reagido aos 2 a 0 da etapa inicial e empatado em 2 a 2 não torna menos grave a sua conduta.

Ao contrário, o alcance do empate prova de que diante de tão frágil adversário, nada justifica o péssimo jogo. E se não foi mais grave com a derrota, foi porque o jovem Igor Paixão, carregando sozinho o time, criou condições para Gamalho e Adrián Martínez empatarem na etapa final.

Os efeitos de um comando de futebol incapaz incentivam consequências perigosas. Um pouco mais, se não ocorrer uma intervenção enérgica, serão definitivas. Mas René Simões e Paulo de Aquino já não revelam confiança de comandar o processo de recuperação.

O Coxa disfarça que joga futebol. Na bacia das almas, com um gol improvável de José Hugo no último minuto, ganhou do Fortaleza. E agora empatou com o Juventude.

Henrique, outra vez, comandou o desastre.

Está na hora no presidente Juarez Moraes Silva agir.

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