Para consumo interno, no Couto Pereira, Coritiba e Vasco, por terem a identidade de campeões do Brasil e, por esses antecedentes serem protagonistas por uma vaga ao Brasileirão de 2022, um clássico.

Há quem use o velho clichê do “jogo de seis pontos”.

Entendo que por hierarquia histórica, jogo de seis pontos é contra Náutico, CRB e Sampaio Corrêa, que andam se intrometendo no G4. Para o Coritiba e Vasco, é um jogo de três pontos.

Por serem candidatos fortes ao mesmo objetivo, sem a influência de campo e torcida por força da pandemia, é um que poderia ser tratado de iguais.

No entanto, encontro no Coritiba um elemento que, em tese, exerce influência para criar circunstâncias favoráveis: a sequência de vitórias que lhe está conduzindo a liderança é resultado de um nível razoável que o time alcançou para competir. A consequência é a segurança para jogar, fato indispensável para qualquer time e em qualquer circunstância.

É possível que a ausência de Waguininho, que vem sendo o melhor jogador, possa influir na conduta do time.

Ocorre que em um grupo de Segundona, o melhor jogador não significa insubstituível, podendo, no caso, a ausência de Waguininho ser compensada por Robinho e, especial, por Rafinha, desde que esse tenha a vontade jogar que não teve contra o Cruzeiro.

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