A Segundona é mesmo uma selva. Ainda que o Coritiba tenha alcançado seu principal objetivo, de ascender ao Brasileirão, a Série B continua irradiando efeitos negativos.

Um deles é a valorização de jogadores. A maioria não tem consciência de que essa valorização é interna, isto é, no próprio clube. Fora dele continua sendo um jogador secundário de mercado.

Tomem como exemplo o atacante Waguininho, que deixou o Coxa após desacordo para a renovação de contrato.

Jogador sem expressão até chegar ao Couto Pereira, só aos 31 anos conseguiu um destaque em alguns jogos do Coxa. Em qualquer time no Brasileirão, contando com a boa vontade de um treinador, seria reserva.

São as consequências de uma Segundona.

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