Todo mês de janeiro é sempre a mesma coisa: é necessário ter um preparo emocional para enfrentar o Estadual.

É assim porque, por mais que se tente ignorar, ou dar pouca relevância ao título, em um dado momento os ânimos se alteram. Quando se trata de Athletico e Coritiba, o velho sentimento de rivalidade é provocado.

Em 2021, uma eliminação precoce para o Rio Branco fez com que o Coritiba desmontasse a gestão de futebol, só ficando o treinador Gustavo Morínigo.

Logo depois, quando quis ser tetracampeão, o Furacão foi eliminado pelo Cascavel. O treinador português António Oliveira, que era tratado como “revolucionário”, foi mandado de volta para Lisboa.

Bem resumido, para Athletico e Coritiba o título do Paranaense não vale nada, desde que se ganhe.

Na verdade, a falta de prestígio do nosso Estadual não se limita ao que se supõe ser um tratamento irrelevante, que é dado por atleticanos e coxas.

Isso só se torna mais um elemento diante do motivo principal: a falta de um presidente na Federação Paranaense de Futebol que tenha prestígio, capacidade de gerenciamento e uma conduta sem restrições.

Todos os estaduais terão transmissão por televisão aberta ou fechada. Menos o Paranaense - por aqui, alguns jogos serão transmitidos na TV Assembleia, em dias e horários que não interfiram nas transmissões institucionais do canal.

Incapaz de negociar os direitos de televisão com a TV aberta ou fechada, escondendo-a na internet, o Campeonato Paranaense acaba tendo em Hélio Cury, presidente da FPF, a sua imagem perfeita e acabada

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