Uma hipótese não é um fato.

Aqui, ainda bem, trata-se de uma hipótese improvável.

Eu não gostaria que Tite, um dia, fosse treinador do meu time. É que ele acaba criando no torcedor um estado de melancolia tão pura, que pode acabar sendo trânsito para a depressão.

E o meu time me faz tão bem, ganhando ou perdendo, que eu não gostaria de ter alterado o meu estado permanente de felicidade.

De lucidez tática reduzida, Tite pensa pouco e fala muito. Seu Brasil joga como ensina a gramatica do “titês”: previsível, repetitivo, decorado, em eterna “construção” e, por isso, chato, como foi o time da CBF na vitória sobre o Chile, 1x0.

O titês é pior do que o lazaronês, um idioma criado por Sebastião Lazaroni (1990) e, que felizmente, desapareceu.

O notável jornalista Menon, do Uol, afirma que o Brasil de Tite dá sono. Discordo, mestre da sinceridade: o Brasil de Tite dá uma insônia que nem três doses do “stilnox” que fez a deputada federal Joice Hasselman despencar dormindo da escada é capaz de enfrentar.

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