O sentimento afirma que sim, mas a razão manda guardar reservas. Bem por isso, não me coloco entre aqueles que tratam o Athletico como favorito para ganhar a final da Sul Americana contra o Bragantino.

Concordo: o Furacão tem características para uma final que o Massa Bruta não tem. A sua vocação para ganhar essa espécie de decisão já está provada. Santos, Tiago Heleno, Pedro Henrique, Léo Cittadini, Nikão, Terans e Kayzer são cobras criadas que não sofrem qualquer tipo de influência do caráter finalístico do jogo.

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Mas, não se pode ignorar as virtudes do Bragantino. É razoável ter em conta que o time “enérgico” não está em quarto no Brasileirão por fatos aleatórios.

Se a decisão fosse pelo antigo critério de dois jogos, não teria dúvida: o Athletico era campeão de carta pelos mais diversos motivos, inclusive, pela história que não se compra.

Ocorre, que é uma decisão em jogo único, em local neutro como é o Estádio Centenário, de Montevidéu. Uma final com essas características, a análise do jogo, ou qualquer previsão especulativa, entra em uma zona cinzenta, ou como conceituou o notável treinador Pep Guardiola, após a derrota para o Chelsea nas finais da Copa dos Campeões (1x0, Porto), em “um buraco negro”. Nesse não se sabendo o que vai se encontrar, nada o que possa ocorrer é surpreendente.

Uma virtude e, que pode ser decisiva, o Athletico tem: o equilíbrio emocional é provocado pela proteção que sua estrutura física e pessoal (comando) dá ao time. Ao contrário do Bragantino, que compra as suas virtudes com dinheiro.

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