O Athletico volta ao Maracanã. Outra vez, contra aquele que se tornou o seu maior rival nacional, o Fluminense.

Desde a triste “Batalha das Laranjeiras” (1966), que excluiu o goleiro Ricardo Pinto com traumatismo no crânio, Furacão e Fluminense parecem que sempre têm contas a acertar.

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Lá, naquele tempo, toda a vez que pensavam ter sacrificado o Athletico no campo técnico ou político, os tricolores comemoravam tomando champagne.

Nada como um dia após o outro: hoje, e já há algum tempo, são os atleticanos que têm estrutura, estádio, dinheiro e podem comemorar com Veuve Clicquot. Tenho uma que guardei para tomar no dia em que Petraglia anunciar que o Furacão resolveu a questão da divida na Baixada. E, estou sabendo que esse dia está próximo.

Nesse jogo do Athletico no Maracanã, pelos números, o Fluminense, em tese, é favorito.  Mas, as últimas tendências técnicas, de um e de outro, informam um certo equilíbrio: o Fluminense não anda jogando bem (foi assim contra o Bragantino), e do Furacão a regra é de um time equilibrado.

Ares paulistas para o Coritiba

Nesses tempos em que não se pode se esconder, o que o Coritiba pretendeu indo treinar em Atibaia?  Será que os ares de lá irão torná-lo menos ruim para o jogo contra o Bragantino, no Couto?  O fato prova que o Coxa procura desesperadamente por situações novas que possam influir na sua conduta tática e técnica.

Entendo que esse tipo de retiro mais prejudica do que ajuda. Há situações na vida que é necessário viver o ambiente contínuo de pressão. Fora dele, vive-se num ambiente falso. A paz temporária não acaba com fantasmas. Esses, de folga, não foram a Atibaia. Podem voltar ao Couto Pereira.

Se não ganhar do Bragantino, o Coxa terá que arrumar um novo fato. Talvez, até já o tenha, um novo presidente.

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