Na Baixada, pelo Brasileirão, Athletico 2 x Internacional 1

Ninguém sabe o limite do Athletico, matéria que convida ao debate. Mas definitivamente há fato que tem que ser aceito e, que da minha parte sublinho: é indiscutível o efeito que o português António Oliveira vem exercendo nas realizações desse time.

Concordo que há Paulo Autuori como mentor e tutor dotando-o das ideias de jogo. É exatamente aí que Antonio Oliveira se apresenta virtuoso por ter a capacidade de aprender as lições e saber executá-las.

Esse fato é provado por todos os indicadores: quando o Furacão joga com o primeiro time (expressão portuguesa), se impõe com autoridade. Como na goleada sobre o América de Cali (4x1), contra o Inter foi brilhante na etapa inicial. Como se fosse uma continuidade do jogo contra o América, o Furacão foi profundo e agregou novos e saudáveis aspectos ao seu jogo como, definitivamente, não depender de um número nove, Às vezes, até soberbo tamanha a autoridade que impôs sobre o colorados. Outra vez comandado por David Terans, que está jogando tanto que hoje divide as as honras da casa com Nikão.

Fez dois a zero com um gol de placa de Terans, que bateu uma falta como há muito não se bate em campos brasileiros. De cavada, no ângulo direito do goleiro. E, o outro, de Vitinho , que não custou nada, e que está fazendo os gols que Babi, Bissoli e Kayser, que custaram R$ 22 milhões não fizeram ou não fazem.

O Inter até que ameaçou depois do gol de pênalti cometido pelo ingênuo Nicolas, que caiu e segurou a bola na área. Mas recorrendo a Zé Ivaldo e três zagueiros, o Furacão “amorcegou” o jogo, usando a expressão do comentarista Fernando Gomes.

Terans foi o melhor em campo. Absolutamente irrepreensível.

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