Vindos de um mundo desconhecido do futebol, Auca (Equador), Melgar (Peru) e Metropolitanos (Venezuela) serão os adversários do Athletico, na Sul-Americana. Bem resumidas as análises, a conclusão é a de que o Furacão teve sorte.

Não adoto essa conclusão por dois fatores objetivos: o primeiro é o de que os adversários são francos atiradores, sem compromisso com a história. Não tendo nada a perder, (Auca e Melgar) usam a altitude como virtude. O segundo é o mais importante: nesse momento, o Athletico “teve sorte”, por causa da camisa, da história, da identidade de Furacão, e do precedente do título continental de 2019, o que é pouco para o futebol atual que no campo não considera o passado como virtude.

Será que tem time para enfrentar esse desconhecido? O conceito de time que se exige é um grupo com a mínima qualidade individual e bem ordenado nas suas funções.

A verdade é que o Athletico, por falta de jogos e de contratações, entrará para jogar em um buraco negro. Não está associada às condições atuais pela falta de reforços e de jogos.

Santos, Khellven, Thiago Heleno, Pedro Henrique e Abner, Richard, Cristhian, Léo Cittadini e Nikão, Kayser e Vitinho, individualizados, podem clarear o buraco em que o Furacão irá jogar. O que não se sabe é se serão organizados como um time pelo treinador Antonio Oliveira.

Se o Furacão não tinha responsabilidade por ser uma competição continental, jogando contra times semiamadores, passa a ter. Uma desclassificação nessa fase será constrangedora.

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