Para sustentar a sua caríssima estrutura, incluindo, aí, as suas obrigações com a construção da Baixada, o Athletico precisa negociar jogadores.

O dinheiro do último estoque de direitos negociados de Pablo, Renan Lodi, Bruno Guimarães, Léo Pereira e Rony já há tempo está incluído no orçamento e sendo gasto. Às vezes mal gasto, em especial, quando se trata de contratar um centroavante. Só com os três últimos, Bissoli, Kayzer e Matheus Babi, gastou R$22 milhões.

Agora, sem revelar um único jogador nos últimos anos, restou para o Furacão recompor o caixa: o lateral-esquerdo Abner e o atacante Vitinho. Na ponta da agulha está Abner que, voltando de Tóquio, pode ser vendido na próxima janela europeia. Preço: 12 milhões de euros, por 70% dos direitos.

Um dos elementos importantes para valorizar o jogador é o prestigio que o CT do Caju adquiriu na revelação de lateral-esquerdo. As referências são Alex Sandro e Renan Lodi, que no Brasil de Tite estão dividindo a posição. O mercado de jogador faz comparações subjetivas. Um faz de conta.

Há murmúrios de que Paulo André, o ex-gerente do Furacão que está trabalhando na Espanha, será a ponte. Ninguém pode duvidar.

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