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Análise

Pilar de parceria com russos, Ximenes negocia com o Atlético-MG. E o Paraná?

Último trabalho de Felipe Ximenes foi no Goiás, em 2017
Último trabalho de Felipe Ximenes foi no Goiás, em 2017| Foto: Reprodução/Goiás E.C
  • Por Julio Filho
  • 02/03/2020 13:46

Um dos pilares da negociação de parceria do Paraná com um grupo de investidores russos, o gerente de futebol Felipe Ximenes teve o nome especulado no Atlético-MG, atualmente sem um profissional para a função após a demissão de Rui Costa.

O próprio Ximenes confirmou a possibilidade de trabalhar no Galo caso as tratativas avancem. Vale lembrar que o Galo acertou no último final de semana com o badalado técnico argentino Jorge Sampaoli.

O nome de Ximenes agradou parte da diretoria do Atlético-MG, em especial, aos investidores do Banco BMG. Já nesta segunda-feira (2), em contato com colegas da imprensa de Minas, a informação é de que Ximenes perdeu força e deve ser descartado.

De qualquer maneira, a especulação atinge diretamente o futuro do Tricolor e levanta dúvidas sobre o que parecia já ser algo certo na Vila Capanema.

Se Felipe Ximenes é o intermediário entre o Paraná e os investidores da Total Sports (TSI), tido como peça-chave na terceirização do futebol paranista, chegando a participar, ao lado do presidente Leonardo Oliveira, da reunião do Conselho Deliberativo que aprovou a parceria estrangeira, como pode o profissional negociar com outros clubes?

Vale lembrar que Ximenes foi duramente cobrado por um dos conselheiros que votaram contra a aprovação da parceria. O último trabalho do gerente que trabalhou em Coritiba, Flamengo, Fluminense e Criciúma foi no Goiás, ainda em 2017.

A reposta de Oliveira sobre o assunto gera nenhuma surpresa: o mandatário silencia. Procurado via assessoria de imprensa, o presidente prefere não comentar a indefinição em relação a Ximenes. Mesma postura, aliás, que vem adotando desde que reeleito, em setembro de 2018.

Oliveira só se presta a se explicar a conselheiros em reuniões pontuais e a algumas lideranças da torcida organizada, Fúria Independente. A Justiça do Trabalho, por sua vez, já aprovou a parceria, inclusive estabelecendo prazos para início dos aportes.

Ao restante da torcida, daqueles que frequentam a Vila em dias frios diante de partidas tecnicamente sofríveis, como no empate com o Londrina, no último domingo (1), e esperam ansiosos por um desfecho positivo com a Total Sports, resta esperar no escuro.

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