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Antônio Carlos (2º em pé a partir da direita), Bruno (2º agachado a partir da esquerda) e Elvis (o capitão): três boas apostas. Ao fundo, a bandeira de exaltação a Diego Oliveira.

Elvis, Antônio Carlos e Bruno. Três promessas. É isso que fica do término da participação do Paraná na Copa São Paulo, encerrada agora há pouco, com a derrota para o Avaí.

Elvis carimba todas as jogadas do time. É um meia clássico, armador, distribui bem a bola. Precisará de um bom trabalho físico para ganhar força muscular e resistência. Cansa no fim do jogo.

Antônio Carlos é um zagueiro-zagueiro. Joga sério, tem bom porte físico, se posiciona bem. Com um companheiro experiente, crescerá bastante quando chegar ao time de cima.

Bruno é o atacante moderno. Se mexe bem, bom finalizador, volta para compor o meio.

Somente esse trio não bastou para garantir a classificação do Paraná. O time entrou sonolento. Levou dois gols muito rápido e depois não teve competência para furar a ótima marcação do Avaí.

Do lado catarinense, destaque para Marcos Paulo, meia, capitão do time. Domina a bola de um jeito diferente, distribui bem as jogadas, chuta bem. Jogará muitas pelo time profissional do Leão ao longo deste ano.

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Baixou o Carpegiani no Parraga, técnico do Paraná na Copinha. Faltando uns 15 minutos, colocou o zagueiro Andrei, de 1,95 m, como centroavante. Em 95, Paulo Cezar Carpegiani fez o mesmo com Jorjão, em um Atletiba no Pinheirão. Não funcionou: o Atlético venceu por 1 a 0, gol de Edenílson Pateta, quebrando um jejum de dois anos meio sem vencer o rival.

Outra curiosidade do jogo foi um bandeirão colocado no centro da arquibancada com os dizeres. “O Paraná é minha religião. A Vila é minha igreja. Diego Oliveira é meu pastor”. Diego Oliveira, atacante paranista, no entanto, ficou devendo os gols da salvação.

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