Sexta-feira 13: conheça as cinco maiores maldições (pragas) do futebol

Há quem não acredite em bruxas, mas… O futebol é um terreno fértil para pragas e maldições. O blog lembra de cinco grandes derrocadas marcadas pela falta de sorte .

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A maldição de Béla Guttmann (Benfica, 1962)
“Nem em 100 anos o Benfica vai conquistar outra Copa Europeia”, disse o treinador Béla Guttmann, em 1962. O húngaro, então bicampeão europeu contando com o talento de Eusebio, pediu aumento e ouviu um não. Os encarnados já disputaram oito decisões de competições europeias, e perdeu todas.

A maldição de São Marcos (Palmeiras, 2003)
O ex-goleiro e ídolo do Palmeiras Marcos também pagou pela boca. Segundo reza a lenda, quando o Palmeiras conseguiu o acesso para a Série A, após o rebaixamento, em 2003, o ídolo palmeirense disse que o time só cairia novamente quando o Corinthians se sagrasse campeão da Copa Libertadores. As palavras do santo foram ouvidas em 2012, mesmo ano do título corintiano.

A maldição de Tilcara (Seleção da Argentina, 1986)
Antes da Copa de 86, no México, a seleção da Argentina treinou na cidadezinha de Tilcara, encravada na Cordilheira dos Andes. Lá, fizeram uma promessa à Virgem de Copacabana, de que voltariam à cidade para agradecer pela conquista, caso a conseguissem. Não voltaram. E a dívida ainda cobra a fatura para os Hermanos.

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A maldição dos 7 gatos (Racing, 1968-2001)
O Racing de Avellaneda foi o campeão argentino de 1966 e da Copa Libertadores e da Copa Intercontinental de 1967. Em 1968, um grupo de torcedores do Independiente, o rival do Racing, enterrou sete gatos próximos a um dos gols do estádio do Racing. Desde esse dia, os goleiros do Racing que defendem esse gol cometem erros inacreditáveis. Os torcedores organizaram uma escavação, mas foram encontrados os corpos de apenas seis felinos. Somente em 1998 o sétimo gato foi encontrado. Três anos depois, em 2001, o Racing voltou a ser campeão argentino.

A maldição da orelhuda (2004)
Vencer a Champions League é um sonho para todos os jogadores de futebol. E quando chegar à final, tome um cuidado básico: não toque na taça, conhecida como Orelhuda, antes de conquista-la. Ludovic Giuly, Gennaro Gattuso e Anatoliy Tymoshchuk cometerem esse erro fatal. Os três jogadores tocaram no troféu antes do início da decisão e saíram derrotados (Giuly pelo Monaco, em 2004; Gattuso pelo Milan, em 2005; e Tymoshchuk pelo Bayern de Munique, em 2012).

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— Esportiva (@gpesportiva) October 13, 2017

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