De volta nestes drops de férias do Arquibancada Virtual. Conforme escrevi aqui na semana passada, o Atletiba provocaria mudanças no ranking. É graças ao desempenho no clássico que temos um novo líder; e também o empate na Arena proporcionou o retorno do Tricolor ao top 10, com o goleiro Juninho.

Para facilitar a visualização, fiz um investimento vigoroso em tecnologia e converti em imagem a lista dos dez melhores do ranking. Fica melhor assim, não?

E o Atletiba?

Não vou ser babaca de vir aqui um dia depois do Atletiba e não escrever nada do clássico. Tenho realmente pouco a acrescentar daquilo que vocês já discutiram, ouviram e leram. Mas, segue minha contribuição.

– Entre os 20 e os 30 minutos do primeiro tempo, o Coritiba exerceu um domínio raras vezes visto nos últimos Atletibas. Deveria ter resolvido o jogo ali;

– Neto pegou muito, mas o Coritiba perdeu algumas chances por incompetência. Deixando um pouco de lado o fato de o 1 a 1 ter quase assegurado ao Coxa o supermando, o empate deve ser visto no Alto da Glória, pelo que foi o jogo, como dois pontos perdidos, não um ganho. Repetir isso na Série B será prejuízo certo;

– Da perspectiva do Atlético, é preciso ficar preocupado. O time foi dominado durante metade do jogo por uma equipe que se reconstrói após desmoronar para a Série B. É um alerta mais do que claro que se algo não mudar com urgência, será mais um Brasileiro de agonia na Baixada;

– Mencionei acima, mas vale um tópico só para ele. Neto tem muito futuro. Vai errar? Vai. Mas é acima da média dos goleiros da sua idade. Sai bem do gol e não dá rebote. Se fosse Galatto ou Vinícius no gol, pelo menos duas finalizações do Coxa teriam voltado para o meio da área;

– Desde 2008 o Atlético só consegue fazer gol de bola parada. Para quem fez fama por sufocar os adversários em casa e ter o contra-ataque mais mortal do futebol brasileiro há alguns anos, ter só isso a oferecer é desolador;

– Manoel jogou sujo nas divididas seguidas com Marcos Aurélio e Renatinho. Chutou a perna do primeiro sem a bola estar pelo caminho e mostrou o jacaré para o segundo sem dó. Quase decidiu o jogo ali, pois Marcos Aurélio se escondeu até o gol e Renatinho saiu do jogo, deixando o Coritiba sem armação. Manoel é um zagueiraço, não precisa disso. Alguém tem de falar isso para ele já;

– Rafinha jogou dois clássicos e eclipsou em ambos. Daqui a pouco vira jogador que só resolve contra time pequeno;

– O duelo argentino foi uma decepção. Pepe Toledo não pegou na bola. Ariel quando pegava nela, dava canelada – e ainda levou um pito do Marcos Aurélio;

– Alan Bahia fez pênalti em Renatinho;

– O bandeirinha que correu lá pela Brasílio Itiberê é a cara do Freddy Mercury (copyright do meu bróder João Paulo Zanona).

Dia da mulher

Mulheres que visitam o blog, um beijo respeitoso a todas pelo seu dia. Não vou ser machista de dizer que os outros dias são do homem nem hipócrita de falar que todo o dia é dia da mulher. O dia da mulher é um dia que simboliza a luta feminina para ganhar seu espaço e lembrar a todos nós que a diferença entre eles e elas diminuiu, mas infelizmente não acabou.

Marmanjos que ainda não deram um beijo carinhoso na mãe, na mulher/ namorada, na filha, na sogra ou naquela colega que senta umas três cadeiras do lado: criem vergonha na cara e vão lá dar os parabéns sinceros. Não dói, pombas.

Segunda-feira que vem eu volto com a última atualização de férias. Uma atualização especial, direto de Fortaleza. Lembrarei de todos vocês quando estiver tomando uma água de côco na Praia da Futuro.

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