A queda do Atlético para o segundo escalão da Timemania pode não parecer nada significativo, mas foi uma derrota daquelas para o marketing rubro-negro.

Poucos clubes do país gastam tanto em mídia e ação junto à torcida com essa loteria como o Furacão. Além de publicidade, algumas ações junto à torcida foram realizadas para capitalizar apostas.

Até venda casada de bilhete com ingresso, algo que certa vez levou a Procuradoria Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-PR) a se manifestar, já foi feito.

Agora, apesar de surpreendente, não cabe aqui dizer que o clube paranaense foi derrotado por ‘nanicos’ do futebol. Perdeu, sim, apenas no escalonamento da jogatina federal.

A Timemania não mede a força, a torcida, a capacidade… Ou qualquer outra coisa em relação ao apoio de fãs ao time do coração. É apenas um jogo de azar, com a finalidade de abater dívidas fiscais das associações.

Com o ‘rebaixamento’, o Atlético deixa de fazer parte do grupo principal que recebe 65% dos valores repassados pela loteria aos clubes. A partir de agora o Furacão vai dividir a quantia de 25% com os demais integrantes do baixo clero.

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