O acesso do Paraná Clube à Série A do Brasileirão vai colocar o clube em outro patamar em termos financeiros, pelo menos no que diz respeito a principal receita dos clubes de futebol: cotas de televisão.

Com a vaga entre os 20 grandes do país em 2018, o Tricolor salta de largada da faixa dos R$ 5,2 milhões para R$ 23 milhões, isso com base no valor pago aos times que subiram em 2017, como Atlético-GO e Avaí. A ideia dos clubes que alcançaram a Primeira Divisão é pleitear até R$ 29 milhões para 2018.

O rateio da Segundona nesta temporada usou o seguinte critério: 60% divididos de forma igualitária e 40% levando em conta o que aconteceu na temporada passada. Diante disso, os paranistas só embolsaram mais que Boa, Guarani, ABC e Juventude, times que vieram da Série C, todos com R$ 4,1 milhões.

Além desse plus, que ainda depende de negociação com a Rede Globo, detentora dos direitos de transmissão para TV aberta e fechada para 2018, o Paraná fica perto de disparar um gatilho financeiro a receber do Esporte Interativo, com quem assinou contrato a partir de 2019 apenas para o sinal fechado, concorrente do SporTV, do conglomerado Globo.

O Paraná fechou acordo de seis anos com o canal EI para a transmissão das partidas da equipe em televisão fechada entre 2019 e 2024. Ao assinar o contrato, em 2016, o clube pegou de luvas R$ 2,5 milhões e (apenas caso estivesse na Série A) pegará R$ 5,5 milhões no primeiro ano. Para os anos seguintes, o montante poderá ser reajustado.

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