Na bagunça que virou a definição da tabela do octogonal do Paranaense, Coritiba, Atlético e Paraná podem fazer todos os seus jogos da fase decisiva em Curitiba.

Para a dupla Atletiba, isso acontecerá se o supermando for confirmado no STJD. Para o Tricolor, a conta é mais complicada.

O clube precisaria ficar em quarto, o que só ocorrerá se o Cianorte não vencer o Iraty; o Paranavaí não vencer o Cascavel; o J. Malucelli derrotar o Nacional; e o Paraná golear o Iguaçu (é preciso tirar oito gols de diferença no saldo para o NAC). Combinação (muito) difícil, mas possível, que deixaria o Jotinha em terceiro e o Paraná visitando a Arena, o Couto e o Ecoestádio e fazendo quatro jogos na Vila.

A possibilidade mais real, de Paraná em quarto com o Nacional em terceiro, também pode beneficiar o Tricolor se a tabela da FPF for mantida. Em quarto, o Paraná enfrentaria a dupla Atletiba na Vila e visitaria o quinto (nesse caso, o J. Malucelli). Cinco jogos em Curitiba, dois contra os rivais. Uma composição para lá de atraente.

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Se a tabela da FPF prevalecer, a primeira rodada do octogonal deve ter o primeiro Atlético e segundo Coritiba abrindo a fase final como visitante, no sábado. Se o Paraná for sétimo ou oitavo, já começamos com um clássico na Vila. Se ficar entre o quarto e o sexto lugar, estreia em casa, no domingo.

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O Atlético lançou o Cecap nesta segunda-feira e o Coritiba, em breve, deve lançar o Cecor. O conceito é o mesmo, de criar um moderno centro de reabilitação de jogadores. O projeto alviverde começou a ser desenhado mais cedo, pelo fisiologista Raul Osieck e o médico Lúcio Erlund, e tem respaldo pesado da Reebook, que auxiliou na aquisição de equipamentos.

Dois excelentes projetos, que terão resultados diretos dentro de campo, com a redução do prazo de recuperação dos jogadores. Além, claro, de sempre poder atrair algum atleta estrelado, que, conversa vai, conversa vem, acaba assinando com o clube, como bem ensinou o São Paulo.

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