Pedro Serápio/ Gazeta do Povo
Marcos Aurélio se tornou o principal personagem na eliminação do Coritiba da Copa do Brasil: pênalti acertou a trave

Hoje é a vez de o Coritiba brincar de botar pressão no rival. O Paranavaí está entregue. Preocupa-se mais com o vermelho no caixa provocado pelo supermando do que em fazer algo de bom no octogonal. E, convenhamos, não é nenhum primor de time.

O Coritiba tem a obrigação de vencer. Uma vitória que, curiosamente, pode deixar o Atletiba mais difícil.

Explico: se o Coxa ganhar hoje, mesmo o fiapo de esperança que alguém no Paraná eventualmente tenha de lutar pelo título romperá; o clássico passará a ser um mero amistoso para o Paraná; ficará à feição do Atlético. Um tropeço hoje do Coxa mantém o Paraná vivo, mas coloca a liderança no colo do Atlético. Situação no mínimo divertida.

A grande dúvida é: e se tiver pênalti para o Coritiba, quem bate? Edson Bastos, mezzo brincando mezzo sério, disse que se precisar, bate. Para Marcos Aurélio e Bill não tem clima. Ariel? Renatinho? Andrade? Vai saber.

A julgar pelos últimos jogos, melhor trocar por uma escanteio, uma falta pela lateral da grande área ou uma cesta de Páscoa. Aliás, o Coritiba pegou a doença do Atlético de Antônio Lopes: sua única jogada e mandar a bola para a área. Desse jeito, não vai a lugar algum.

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