Não tem jeito. O homem é brabo mesmo. Léo Gamalho marcou o quinto gol em quatro jogos e salvou o Coritiba da derrota para o Azuriz pelo Estadual. E quem diria que, aos 35 anos, o atacante tem a chance de enfim ser ídolo de verdade.

Léo Gamalho fez gol na maioria dos clubes em que atuou. O problema é que o camisa 9 nunca parou em lugar nenhum. Dificilmente vestiu a mesma camisa por duas temporadas seguidas. E assim, foi pulando de galho em galho, de gol em gol.

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Não estou desmerecendo os gols dele por Santa Cruz, CRB, Goiás, entre outros clubes. Mas Léo Gamalho precisa fechar a carreira com uma idolatria consolidada em pelo menos um clube porque é um goleador nato.

Não é craque e nunca foi um jogador da primeira prateleira do futebol brasileiro, mas no patamar dos clubes em que atua, é um matador. Quem curte ver aqueles jogos de Série B com a narração do Jota Junior nas noites de terça-feira no Sportv, conhece o faro de Léo Gamalho há muito tempo.

E não há camisa melhor que a do Coxa neste momento para Léo conseguir o feito. Um clube com torcida, carente de ídolos e que precisa urgentemente de conquistas, nem que seja o título da Série B. Quem sabe será no Alto da Glória que o “Ibra do Nordeste” vire ídolo e até ganhe novo apelido.

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