Como se ainda precisasse, Marcelinho Paraíba mostrou mais uma vez que é craque. O gol olímpico de hoje, prêmio pelas frequentes tentativas do atacante, é daquelas imagens para marcar um campeonato, ser repetida inúmeras vezes nos programas esportivos e render muitos views no youtube.

Bruno Batata também tem mérito. Se não fosse seu movimento de cabeceio para atrapalhar Rogério Ceni, a bola pararia nas luvas do são-paulino.

O gol foi ápice do melhor momento do Coritiba no jogo, os dez minutos finais do primeiro tempo. Com uma troca inteligente de passes, o time envolvia o São Paulo, que limitava-se a marcar esperando um contra-ataque que não vinha.

No segundo, mesmo depois do empate, continuou corajoso, teve chance de vencer a partida, acertou a trave com Marcos Aurélio. Enfim, merecia a vitória. no Morumbi.

Na Baixada

Vi quase nada do jogo do Atlético, por isso não vou ficar enrolando sobre quem jogou melhor, pior ou se o placar foi justo. Na ponta do lápis, o 0 a 0 acabou “anulando” o 3 a 1 sobre o Corinthians. Somar quatro pontos nos três últimos jogos era previsível e aceitável. Estrago pequeno.

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