O jogo com o Sport valeu pelos três pontos, mas deixou a torcida ressabiada pelo mau futebol. O do Palmeiras, deu esperança pela atuação exemplar, mas a derrota não encheu a barriga de ninguém. Mas hoje, contra o Corinthians, o Atlético aliou o útil ao agradável. Venceu e jogou bem.

Ponto para Antônio Lopes, que repetiu a estratégia do jogo com o Palmeiras. Marcação forte, ocupação dos espaços com uma linha de três zagueiros, outra de quatro marcadores, Marcinho e Paulo Baier um pouco avançados e um atacante (agora Wallyson) na frente.

Não tomou gol como ocorreu no Palestra Itália. Mas no segundo tempo saiu para o jogo novamente. Não para recuperar o prejuízo, mas para matar o adversário. Cumpriu a meta. Em contra-ataques rápidos, chegou ao gol de Felipe como chegara ao de Marcos. A diferença foi nas finalizações. Baier e Marcinho chutaram com precisão. E se Wesley pegou mal na bola, Felipe estava lá para “defendê-la” com mão mole.

O risco de rebaixamento já se transforma em pálida lembrança. São oito pontos de frente para a ZR.

Se o Coritiba chutar o banquinho que separa Tite do enforcamento, teremos, dia 25, não o Atletiba dos desesperados, mas quem sabe o da salvação. Não é o cenário dos sonhos. Mas, a essa altura do campeonato, não deixa de arrancar um suspiro aliviado.

Devo, não nego…

O blog passou em branco quinta e sexta, por causa da correria olímpica do Rio. Mas como trato é trato e não avisei da ausência, devo duas camisas a serem sorteadas para os visitantes do blog. Vou acionar o amigo Marcos Xavier Vicente, de viagem pelo Chile, para descolar algo por lá. Nos próximos dias, falo como e quando faremos o sorteio. Nem eu sei ainda.

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