Amigos blogueiros, o ritmo do AV não tem sido dos mais intensos nesta semana. Dias meio mortos para o nosso futebol, ainda em espera para ver se a reação em campo é real ou só fogo de palha. Eu, particularmente, após dias de turbulência consegui retomar a concentração em coisas importantes, o que em breve deve refletir aqui. Em meio a isso tudo, sobrou pouco tempo para elaborar algo mais profundo ou apurar alguma notícia nova – tô devendo alguma pra vocês, eu sei. Mas para pegar ritmo de jogo, vou dar uns pitacos múltiplos em várias coisas.

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Guilherme escreve e eu concordo. Rodrigo Mancha foi extremamente digno nas suas últimas partidas de Coritiba. Algo que Marlos não foi. Certamente o tratamento aos dois na volta ao Couto, como adversário, seguirá a mesma proporção.

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Eduardo Ribas pergunta e eu não sei responder. Se havia muito flamenguista no jogo com o Atlético, no Couto, em 83. Eu tinha apenas três anos na época, não lembro nem se ainda usava fralda. Também nunca pesquisei a respeito. Se encontrar uma fonte isenta e de boa memória, trago a resposta.

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Luiz Betenheuser me diz que circula no Orkut a possibilidade de o ataque à sede da FlaParaná ter sido feito por integrantes da Mancha Alviverde, do Palmeiras, e da Força Jovem, do Vasco. Considero a hipótese remota, embora o autor do ataque pouco importante para a essência da situação, de covardia e estupidez ímpares.

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Assisti à final da Copa do Brasil, entre Corinthians x Inter. Gostei do resultado. Sou fã do Ronaldo e, por isso, torço para que o Corinthians vença o duelo. Mas preferia muito mais ver os nossos Atlético e Coritiba, detidos pelos dois finalistas, frente a frente na decisão. Sonho ainda com jeito impossível, mas por que não…

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Setoristas do Atlético cogitam boicotar Rafael Moura, que só fala quando faz gol e quando não faz, foge da imprensa, ao invés de dar a cara a tapa. Sou geralmente contrário a esse tipo de movimento, por no fim punir o torcedor, mas concordo que é preciso exigir respeito. Se o jogador não respeito seu próprio torcedor a ponto de recusar-se a explicar por que não faz seu trabalho com eficiência, então não merece espaço mesmo.

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Coreia do Norte na Copa. Pena que o Irã não te mais chance. Não sei o que me deu, mas quero ver o Eixo do Mal em campo em 2010 (hehehehe). Ah, e também tô na torcida pela Bósnia, de Misimovic e Dzeko.

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Li em duas sessões de 60 minutos e recomendo: Maioridade penal, de André Plihal e Rogério Ceni, sobre a carreira do goleiro são-paulino. Gostem ou não do Ceni, a história do cara é respeitável e vale a pena conhecer como ela foi construída.

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O amigo João Paulo Zanona manda por e-mail essa, que repasso aos blogueiros. A macarena da seleção brasileira, um entrosamento fantástico.


Dale a tu cuerpo alegria Macarena
Que tu cuerpo es pa’ darle alegria y cosa buena
Dale a tu cuerpo alegria, Macarena
Hey Macarena

Macarena tiene un novio que se llama
Que se llama de apellido Vitorino,
Que en la jura de bandera el muchacho

Se metio con dos amigos
Macarena tiene un novio que se llama
Que se llama de apellido Vitorino,
Y en la jura de bandera el muchacho
Se metio con dos amigos
(rpt 1)

Macarena sueqa con El Corte Ingles
Que se compra los modelos mas modernos
Le gustaria vivir en Nueva York
Y ligar un novio nuevo
Macarena sueqa con El Corte Ingles
Que se compra los modelos mas modernos
Le gustaria vivir en Nueva York
Y ligar un novio nuevo

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E grande abraço ao Fabiano Gomes do Valle, outro colega dos tempos de Medianeira. Abraço, guri. Seja bem-vindo.

É isso, meus ídolos, volto mais tarde – espero – mais inspirado.

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