As inspeções dos estádios para o Campeonato Paranaense de 2011 prometem fortes emoções. A peregrinação, que nesta quarta-feira (8) passará pelas cidades de Arapongas, Apucarana e Paranavaí, começou na segunda-feira (6) em Paranaguá.

Na primeira parada, um grave problema: não tem hidrantes para mangueiras de incêndio no Centro Esportivo Fernando Charbud Farah, o Gigante do Itiberê, o Caranguejão (para os não iniciados em futebol paranaense, o estádio tem dois apelidos), o que causou a justa reprovação por parte do Corpo de Bombeiros. Se fosse um estádio antigo, ultrapassado, daria para entender, mas o estádio municipal em que o Rio Branco manda os jogos é o segundo mais novo da elite do futebol paranaense. Mais novo que o Caranguejão, só o Eco-Estádio do Corinthians Paranaense, de 2007.

Walter Alves / Agência de Notícias Gazeta do Povo
O Gigante do Itiberê foi inaugurado em 2004 e não está preparado para combate a incêndios; Em 2010, o campo de Paranaguá sediou um clássico Paratiba

O Gigante do Itiberê foi inaugurado em 2004 e teve o primeiro gol marcado pelo sérvio Dejan Petkovic, então no Vasco, na virada do Paraná sobre o time cruzmaltino por 2 a 1. Seria de esperar que o local fosse adequado para estes fins, pois já existia o Estatuto do Torcedor na inauguração dele e se espera que o código de edificações de Paranaguá preveja tais equipamentos em edificações de tal porte.

A questão que fica no ar é a seguinte: se num estádio novo, falta isso, o que pode faltar nos mais velhos do interior?

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