O ano é de desprestígio político para os clubes paranaenses. Primeiro, a partilha do dinheiro do pague-pra-ver do Brasileiro, direcionada pelo Clube dos 13 para encher o bolso de Flamengo, Corinthians e assemelhados. O C13 conseguiu, às custas da estagnação da cota de Coritiba, Atlético e outros.

Agora, o escalonamento de premiação da Copa do Brasil. Como bem definiram os dirigentes aos repórteres Marcio Reinecken e Robson De Lazzari, na Gazeta de hoje, o problema não é nem tanto o dinheiro (a diferença é pequena), mas sim a depreciação.

Coritiba e Atlético foram jogados em um patamar abaixo do Guarani, que acaba de sair da Terceira Divisão, e do Goiás, clube cujo currículo nacional nem se compara ao da dupla. O Paraná, então, ficou abaixo do Náutico, em uma desproporção difícil de explicar.

É preciso marcar posição, mostrar descontentamento. Os clubes prometem tratar do assunto na próxima reunião do Clube dos 13, talvez se queixem à CBF. É pouco.

Era necessário que as entidades que representam os nossos clubes se manifestassem. O que parece mais improvável ainda.

A Federação está mais preocupada em sair do buraco em que se meteu ao redigir de maneira incompetente o regulamento do Paranaense. Por sinal, o processo do supermando ainda nem chegou ao STJD. Será que está jogado atrás do mesmo armário em que se perdeu a inscrição de Massaro, do Rio Branco, dois anos atrás? Chamem a faxineira!

E a Futpar… Bem, essa ainda não disse a que veio. Conseguiu um contrato melhor de tevê e deu-se por satisfeita. Seus sócios seguem inertes e seu presidente, envolto nos devaneios de ser Corinthians. Pobre futebol paranaense.

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