Hedeson Alves/ Gazeta do Povo

Salve, blogueiros. Quinta-feira de mais futebol. Dois jogos no arremate da 4ª rodada do Campeonato Paranaense.

O que chama mais atenção é Paraná x Engenheiro Beltrão. Pelo lado tricolor, por causa da estreia do Elvis como titular. É uma forma diferente de atuar, com o Wellington Silva enfiado no ataque e Elvis e Lenílson vindo de trás. Se for mais eficiente fazendo o pivô do que é finalizando, Wellington será muito útil, prendendo a bola para a chegada dos meias.

O Aereb fez um bom jogo contra o Londrina, parece ter se acertado após duas partidas ruins. Tentará quebrar o tabu de jamais ter vencido na capital.

Aliás, eu fiquei devendo uma resposta sobre um jogador do Engenheiro Beltrão, Fábio Freire, artilheiro do Estadual Sub-20 do ano passado e hoje no Aereb. Entre em contato com o pessoal do Coritiba e a história é a seguinte.

Ele chegou para o Coxa somente para o Brasileiro Sub-20. Não agradou a comissão técnica no torneio e foi liberado. Ele até apareceu na reapresentação, mas a dispensa foi confirmada. Aí, Fábio (que jogaria com a camisa 29 no Coxa) voltou para o Romo Apucarana e foi emprestado ao Engenheiro Beltrão. Na estreia, fez o gol da vitória contra o Londrina. O tempo irá dizer se Pachequinho e seus auxiliares acertaram ao liberá-lo.

No outro jogo da noite, Toledo e Paranavaí se enfrentam no 14 de Dezembro, às 19h45. A principal atração é Lio Evaristo, que estreia no ACP. No Porco, Marco Aurélio ganha a posição de Juninho no meio.

Corinthians Paranaense

Giuliano Gomes/ Gazeta do Povo

Até havia me programado para testemunhar o nascimento do bebê de Rosemary, digo, Corinthians Paranaense. Queria ver se ele tem orelha pontuda e pé peludo, ops, se a camisa ficou bonita. Mas perdi a hora, quando acordei, já era 11h40 (antes que zoem comigo, explico que fiquei até 3 da matina trabalhando, neste blog inclusive).

Já escrevi o que penso sobre o Timãozinho, e não vou me repetir. Mas quero falar o seguinte. Segundo relato de um bom amigo presente ao evento, estava toda a cartolagem local lá na sede do Jotinha. Na frente do Joel Malucelli e do Andres Sanchez, muito tapinha nas costas e desejo de boa sorte. Por trás, só reclamação.

Ninguém teve coragem de peitar essa história, de bancar uma posição contrária ao Corinthinha – cujo nascimento, repito, é até aceitável para um empresário da bola, mas inadmissível para quem preside uma associação de clubes do estado. Com dirigentes assim, não me espanta ver o futebol paranaense sempre patinando. O nosso futebol tem o destino que a cartolagem merece. Embora o torcedor mereça ver algo muito melhor.

Fora isso, só peço a Deus que me poupe de ver ainda em vida o Corinthians campeão paranaense. Prefiro arder no inferno, pendurado no telefone no aguardo da resposta do telemarketing de alguma empresa e tendo como música de espera os primeiros acordes de qualquer música brega do Roberto Carlos.

Estádio do Coritiba

O Maurício me pergunta se tenho alguma outra notícia sobre o projeto do estádio do Coritiba. Após a matéria de hoje do colega Marcio Reinecken, o Conselho de Urbanismo da prefeitura prometeu uma resposta até o fim do mês. Como o órgão já havia prometido uma resposta em 15 dias – e já se passaram quase dois meses -, é bom acreditar só quando sair alguma posição.

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