Albari Rosa / Agência de Notícias Gazeta do Povo
Rhodolfo fez o “facão” ao marcar o quarto gol atleticano na vitória por 5 a 0 sobre o Cascavel

Já escrevi algumas vezes que, quando um time é muito superior ao outro, sua obrigação é ir para cima e golear. Foi isso que o Atlético fez contra o Cascavel. Sua superioridade teórica era tamanha, que o time tinha urgência em efetivá-la na prática.

O abafa do início do jogo demonstra isso. Com os atacantes marcando forte a saída de bola, não só o Rubro-Negro surpreendeu o adversário como deixou bem nítida a diferença técnica entre cada um.

Matou o jogo em sete minutos. Se mantivesse o ritmo até o fim, teria feito oito, como no jogo do Serrano. Para a classificação do esdrúxulo Paranaense do supermando, ganhar por 1 a 0 ou 15 a 0 não faz diferença. Mas para a confiança de um time de quem tanto se desconfia (frise-se, com razão), goleadas são uma bela maneira de firmar o pulso.

Individualmente, destaque para Pepe Toledo. O argentino fez sua melhor exibição, com três assistências e um gol. Agarrou como louvor a chance que lhe caiu no colo quando Marcelo saiu do time.

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