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Atlético e Coritiba terão mais dinheiro da tevê em 2016

    • 29/09/2012 14:45

    Coluna Intervalo

    Plim-plim 2018
    Coritiba e Atlético já assinaram a extensão do contrato de transmissão do Campeonato Brasileiro com a Rede Globo. O novo acordo vale de 2016 a 2018 e abrange 18 times. São os integrantes do Clube dos 13, exceto Guarani e Portuguesa, considerados de menor apelo de audiência.

    Acréscimo
    A dupla Atletiba está dentro da média de renovação, com um acréscimo de 40% no valor. Assim, a cota anual dos rivais saltará dos R$ 34 milhões atuais para acima de R$ 50 milhões.

    Mimo
    A assinatura da extensão no primeiro ano de vigência do contrato atual trouxe um benefício imediato aos clubes. No ato da renovação, cada equipe recebe um valor de luvas. No caso de Coritiba e Atlético, o bônus fica entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões.

    Nome…
    A confirmação de que os estádios brasileiros serão chamados também pelo naming rights a partir do ano que vem, na Globo, animou o Atlético. Pioneiro nessa modalidade de patrocínio no Brasil (a Baixada foi Kyocera Arena entre 2005 e 2008), o clube vê a abertura como um argumento poderoso para comercializar o nome do Cadeirão.

    … e sobrenome
    Apesar da animação, o Atlético ainda não quantifica a valorização no naming rights. Segundo o diretor de marketing do clube, Mauro Holzmann, é preciso ver qual será a estratégia comercial e em quais momentos haverá a menção – se apenas nas transmissões, se nos noticiários esportivos e (menos provável) até mesmo no noticiário geral, como no Jornal Nacional, por exemplo.

    Test-drive
    Um bom termômetro é a menção ao “Brasileirão Petrobras”, já feita na atual temporada. O nome da estatal é citada na abertura gravada das transmissões.

    Contra o tempo
    A intenção do Atlético é já reabrir a Arena com um naming rights vendido. É muito mais fácil fazer o nome pegar na reinauguração do que se ele passar mais um tempo como Arena da Baixada.

    Sem susto
    A notícia de que a Anheuser-Busch pretende vender a AEG, seu braço no mercado de gestão de arenas de esporte e entretenimento, não preocupa o Atlético. O clube segue negociando com a empresa norte-americana (além de outros pesos pesados do mercado) para que ela gerencie a Arena da Baixada. O clube considera a AEG sólida o suficiente para passar por uma possível compra sem grandes mudanças no seu modo de atuação.

    Novos negócios
    A apresentação do projeto Coritiba a 20 grandes agências que trabalham com esporte (9ine, de Ronaldo, e Brunoro Sports Business entre elas), na quarta-feira, já começou a render frutos. O clube voltou de São Paulo com um contrato fechado para patrocínio na manga da camisa.

    Ainda não
    Também foram feitas negociações para o patrocínio-máster do uniforme. Nenhum acordo foi fechado ainda, mas o Coritiba já adiantou que não reduzirá o valor que está sendo pedido sob hipótese alguma (leia-se: nem com rebaixamento, nem pelos humores do mercado). Atual patrocinador, o BMG não renovará o acordo que vence no fim do ano.

    Quase no papel
    Está em fase de conclusão o projeto do novo centro de treinamento do Coritiba, em Campina Grande do Sul. Ainda faltam alguns ajustes, além da aprovação do plano da obra, o que deve ocorrer em no máximo 90 dias. A construção começa em 2013, com prazo de entrega de 24 meses.

    Preço em aberto
    Sem o projeto definido, o Coritiba não consegue fechar o valor total a ser investido na construção. A estimativa é que cada um dos nove campos de grama natural custe em torno de R$ 400 mil. Ainda serão construídos um campo coberto com grama sintética e toda a parte de alojamentos, administração e outros departamentos.

    Na mesa
    A diretoria coxa-branca negocia possíveis patrocínios que banquem a obra, atendendo o desejo de não colocar receitas do clube na construção. É certo que o dinheiro não virá do Oriente Médio, como cogitou-se logo que o clube adquiriu o terreno. À medida que as conversas foram avançando, muitas promessas iniciais foram desfeitas e o Coritiba perdeu interesse.

    Tô fora
    Mesmo com CT novo, o Coritiba não vai correr atrás para abrigar seleções da Copa do Mundo de 2014. “Quem ceder centro de treinamento vai entrar em uma barca furada. A Fifa não paga aluguel, o clube não ganha nada e ainda é obrigado a bancar do próprio bolso uma série de melhorias”, diz o presidente alviverde Vilson Ribeiro de Andrade.

    Ayrton?
    Há algumas semanas tem sido noticiada a possível transferência de Ayrton do Coritiba para o Palmeiras. Oficialmente, o vice-presidente palestrino, Roberto Frizzo, nega qualquer contato.
    “Não tem nada disso. Ele está em outro time hoje e nós estamos preocupados com a nossa equipe”, garantiu, para depois mostrar que está atento ao lateral-direito: “Ele se machucou agora, né?”.

    Pergunta para o treinador
    Um jogador que não tem sido muito utilizado no Paraná nesta temporada foi parado perto do portão da Vila Olímpica na terça-feira e foi inquirido de quando iria voltar a jogar. “Olha. Eu estou bem. Essa pergunta tem de ser feita para o professor. Pergunta lá na coletiva”, disse.

    A força do hábito
    Com quase todos os treinos do Paraná desta temporada sendo feitos na Vila Olímpica, alguns repórteres foram pegos de surpresa com a janela de imprensa sendo feita na Vila Capanema na quinta-feira. Um deles chegou bastante atrasado e culpou a “força do hábito”, pois havia passado pela Vila Olímpica antes.

    Colaboraram Cristian Toledo (Rádio 98FM), Leonardo Bonassoli e Robson Martins.

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