Um ato de violência inusitado, bizarro, colocou o futebol do México em transe. Um jogador de futebol, após ser expulso em uma partida de futebol amador, deu uma cabeçada no rosto do árbitro. A ação foi tão violenta que o juiz teve uma hemorrogia e traumatismo craniano.

Uma ambulância chegou a ser acionada, mas ele não resistiu e morreu no local.

Ruben Rivera Vázquez foi o autor do crime, ocorrido neste domingo (6), e está foragido da polícia, pois saiu do campo de carro, logo após cometer o assassinato. Ele ficou irritado ao receber o cartão vermelho e atacou o árbitro Victor Trejo, de 59 anos. O incidente aconteceu no duelo entre Canarios-Rojo e Lindavista, em Tulancingo, na região de Hidalgo.

A violência contra árbitros de futebol é algo corriqueiro no futebol amador, inclusive no Brasil. Em 2009, o quadro paranaense chegou a anunciar uma greve por causa da insegurança nos duelos da suburbana curitibana.

Em 2012, através de levantamento da Paraná Pesquisas solicitado pela Gazeta do Povo, a situação ficou ainda mais explícita. Questionados sobre o tema, 38% dos árbitros do estado revelaram que já foram agredidos.

No início deste ano, na Argentina, o árbitro César Flores, de 48 anos de idade, foi baleado três vezes por um jogador depois expulsá-lo de campo, também em um torneio amador. Ele foi atingido com um disparo no cabeça, outro no pescoço e um último no peito. Morreu no gramado.

Há três anos, no Maranhão, talvez o crime mais bárbaro envolvendo futebol não profissional, sem policiamento adequando.

Após um lance polêmico em partida na zona rural da cidade de Pio XII, juiz e jogador foram para as vias de fato, com o árbitro matando o atleta a facadas. Diante do ocorrido, espectadores e jogadores revidaram com extrema crueldade, esquartejando o apitador.

 

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