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Ele não interessou a Athletico, Coritiba e Paraná; hoje, brilha no Santos na Libertadores

Braga comemora gol contra o Boca: destino do jogador poderia ter sido no futebol paranaense
Braga comemora gol contra o Boca: destino do jogador poderia ter sido no futebol paranaense| Foto: Estadão Conteúdo
  • Por Julio Filho
  • 14/01/2021 12:52

No rápido intervalo de três anos, o atacante Lucas Braga, 24 anos, deixou o futebol de várzea em São Paulo para virar um dos destaques do Santos finalista da Libertadores.

Ele anotou o terceiro gol na vitória por 3 a 0 sobre o Boca Juniors, na última quarta-feira (13), que qualificou o Peixe para decidir o título contra o Palmeiras, dia 30 de janeiro, no Maracanã.

Antes de chegar à equipe do litoral paulista, no entanto, Lucas Braga foi recusado por Athletico, Coritiba e Paraná.

Em 2017, Braga passou a integrar as categorias de base do hoje extinto JMalucelli. No ano seguinte, o veloz atacante passou pelo Vila Nova antes de despontar como um dos destaques da Luverdense, na Série B daquele ano.

Foi aí que o destino do então desconhecido jogador poderia ter se cruzado ao de Furacão, Coxa e Tricolor. Em 2018, Braga foi oferecido ao Coritiba. Não houve interesse por parte do Alviverde.

Em 2019, Braga seguiu se destacando pela Luverdense e chamou a atenção do Santos, que o contratou para a equipe de aspirantes.

Naquele ano, o jogador então foi oferecido por empréstimo, para disputar a Série B pelo Tricolor, que não se interessou. O Peixe o acabou emprestando para o Cuiabá.

Por fim, no início de 2020, Braga foi oferecido também ao Furacão. Com a negativa rubro-negra, acabou emprestado para a Inter de Limeira, onde foi um dos destaques do Paulistão.

Após a disputa, os papéis se inverteram: foi a vez do Athletico se interessar pelo jogador. Mas aí era tarde, o Santos cobrou alto pela liberação e segurou o jogador.

Nada garante que Braga teria dado certo em um dos clubes da capital paranaense. Além disso, talvez os moldes da negociação não agradaram aos dirigentes da época.

Fato é que ele era ainda um atleta barato, "dando sopa" no mercado da capital – no Coritiba, receberia R$ 10 mil por mês. Mas acabou ganhando destaque em outro cenário brasileiro.

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