Os jogadores do Athletico entraram em campo com as letras dos seus nomes trocados na camisa na derrota para o Bahia por 2 a 0. Situação que chamou atenção dos torcedores no estádio. Mikoa (Nikão), T. Derams (D. Terans) e Somdas (Santos) por exemplo. O motivo? Conscientizar a população sobre o distúrbio de dislexia. A ação foi pelo dia 10 de outubro, que marca o Dia Mundial da Dislexia.

“Queríamos que o público se colocasse no lugar de quem tem dislexia e entendesse um pouco mais sobre este transtorno que afeta tantas pessoas. O futebol é uma paixão nacional e acreditamos que é uma excelente ferramenta de conscientização. Ficamos muito felizes com a repercussão e em alertar sobre esse importante assunto”, disse a coordenadora do MKT Institucional da Havan, Ana Maria Leal da Veiga.

Entre os principais sintomas da dislexia está a dificuldade para ordenar as letras e formar as palavras, afetando a leitura e a escrita. Atualmente, o transtorno de aprendizagem atinge entre 5% e 17% da população, sendo o distúrbio de maior incidência nas salas de aula. O vídeo da ação foi revelado aos torcedores no intervalo do jogo e nas redes sociais.

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