Com 27 anos de serviços prestados ao Athletico, Bolinha conta as melhores histórias no Furacão:

Leia e veja o vídeo completo abaixo!

A noiva do Caju

Quando fomos fazer pré-temporada, em 1996, com o Leão, os guardas comentavam do caso de uma noiva que morreu lá e aparecia pelo CT. Depois, um dia o Alan Bahia começou a gritar de noite, dizia que ela estava perto da rampa que subia para os quartos, acordando todo mundo... Outra vez o Adriano Aleixo viu ela. Não sei se era verdade ou a molecada brincou com ele. Mas ele ficou com tanto medo que chegou a urinar no short.

Injeção para os chinelinhos

Quando a gente jogava num domingo e depois só no próximo, quando chegava na terça de manhã muita gente chegava para ficar no chinelinho. Aí quando chegava a equipe médica eu já preparava umas dez, 12 injeções preparadas. Quando os jogadores viam, já davam meia-volta, calçavam o tênis pra treinar.

Geninho e o primeiro churrasco

Logo após o técnico Geninho assumir o Athletico, em 2001, Bolinha ganhou uma tarefa do novo professor.

O Geninho me chamou num canto e falou: todo vai mundo pra casa agora, vão voltar 14h e você monta um churrasco. Eu falei: tá louco, professor, estamos caindo você quer montar churrasco? Ele disse pra eu montar que iria segurar bronca. Os jogadores vieram, conversaram, cervejinha, carninha... O Geninho falou: podem ligar pra família de vocês trazerem roupas. Não sai mais ninguém do CT. Ganhamos os próximos dez jogos e arrancamos para o título.

Calça caindo

Na nossa primeira Libertadores, ninguém acreditava um clube como o nosso viajar de terno, né? Foi um perrengue danado, sapato maior, sapato menor. E foi até engraçado que esqueci da minha cinta. Chamei o roupeiro pra me ajudar a arrumar a calça. E quem me entra no banheiro do aeroporto? O doutor Edilson Thiele e o Osmar Antônio pegaram ele passando um barbante na minha calça. Foi muito engraçado.

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