A má fase do Athletico continua. Pelo sexto jogo consecutivo no Brasileirão, o time não foi capaz de vencer. Empatou sem gols com o Sport, nesse domingo (5), na Arena da Baixada, em mais uma atuação apática que contrasta com o início avassalador do time no campeonato.

O duelo que fechou o primeiro turno escancara outro problema atleticano: apenas dois gols no período de jejum. O último triunfo na Série A aconteceu em 25 de julho, contra o Internacional, por 2 a 1.

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“Tivemos chances suficientes para marcar”, respondeu o técnico António Oliveira, sobre o 0 a 0 com o time pernambucano.

“Se o Pedro [Rocha] faz aquele gol aos dois minutos, nós desbloqueávamos uma equipe que veio com o objetivo de se defender”, citou.

O português assumiu a responsabilidade pela sequência ruim, disse que os jogadores irão dar a resposta no Brasileiro, mas ressaltou um “problema” já escancarado anteriormente. O Furacão está em quatro competições simultaneamente – também joga o Paranaense, a Sul-Americana e a Copa do Brasil.

“É uma pressão boa”, minimizou Oliveira. “Numa quarta-feira vamos disputar a vaga na final do Estadual e na outra disputar a vaga na semifinal da Copa do Brasil. Pressão difícil era aquela de 21 de outubro de 2020, quando cheguei aqui [como auxiliar de Paulo Autuori] e vi o Athletico com 16 pontos no final do primeiro turno e em 19º lugar”, comparou.

Se o Furacão errou na pontaria, o Sport também construiu suas oportunidades para marcar e quebrar sua própria série sem vencer, que já chega a cinco partidas. O goleiro Bento evitou todas – incluindo uma cabeça contra o patrimônio do zagueiro Thiago Heleno. No fim do duelo, porém, foi a trave quem salvou os donos da casa em uma chutaço de Mikael.

"Sabíamos que o Sport era uma equipe difícil, mas o resultado foi ruim. Sabemos onde estamos na tabela e precisávamos muito dos três pontos", disse o atacante Jader.

Em setembro, o Athletico define seu destino em todas as competições, enquanto tenta se reestabelecer no Brasileirão, onde é o oitavo colocado, com 24 pontos.

“Não podemos ir a todos os casamentos com o mesmo fardo. Temos que contextualizar e trabalharmos muito para viver esse mês de setembro, quando podemos ganhar tudo e podemos perder tudo. Vamos lutar para ganhar tudo", concluiu o treinador.

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